Frieren — Episódios 05 e 06
Essa semana os episódios de Frieren foram MUITO bons. E foi engraçado porque eu já tinha assistido uma parte do anime no passado, mas eu percebi que lembrava de muito menos coisa do que imaginava.
Eu simplesmente tinha esquecido da parte dos fantasmas que imitavam as pessoas mais importantes pra cada um. E principalmente: eu não lembrava que o Himmel aparecia para a Frieren como a pessoa mais importante. E isso deixa muito claro o peso emocional que ele ainda tem na vida da Frieren, mesmo depois da morte.
Também gostei muito da introdução do Stark.
Achei interessante como a história trabalha o fato dele ser covarde, principalmente em paralelo com o mestre dele. O anime mostra muito bem que coragem não é ausência de medo. Na verdade, às vezes o medo é justamente o que empurra a pessoa pra frente.
Tipo: “eu tô com medo, mas vou mesmo assim”.
Agora uma opinião polêmica:
Eu acho o Stark mais bonito que o Himmel.
Eu gosto muito do design dele. Ele é todo vermelho — cabelo vermelho, roupa vermelha, tudo vermelho — mas ao mesmo tempo eu acho ele muito estiloso. As botas dele são lindas, ele é charmoso, e eu gostei muito da energia dele desde o começo.
E eu sinto que ele tem MUITA química com a Fern.
Desde a primeira interação deles eu já fiquei: “ok, vocês vão virar casal”.
Outra coisa que eu descobri é que aquela cena da luta contra o dragão ganhou prêmio de animação. Eu não fazia ideia disso...
A sequência inteira é muito bem feita, e agora entendo porque tanta gente fala dela.
Inclusive, olhando tudo isso, eu realmente acho que Witch Hat Atelier tem potencial enorme pra ganhar premiações também. Porque visualmente é um anime absurdo de bonito.
Mas voltando pra Frieren…
Preciso comentar um momento extremamente aleatório:
A cena da Fern aprendendo a magia de ver através das roupas e imediatamente descobrindo que o Stark aparentemente tem um “negócio pequeno” me pegou MUITO desprevenida.
Foi tão do nada.
Tipo… eu não acho que essa era uma informação que eu deveria saber KKKKK, mas agora eu sei disso e vou ter que carregar esse conhecimento comigo pra sempre.
Prints que eu tirei:
Witch Hat Atelier — Episódios 05 e 06
Essa semana eu gostei bastante dos episódios de Witch Hat Atelier. E uma coisa engraçada é que eu sinto que, conforme a história vai avançando eu vou ficando cada vez mais imersa nesse universo. Acho que acompanhar WHA está virando um espaço confortável pra mim.
Sobre a Agott: eu ainda tenho um certo rancinho dela, mas dessa vez eu consegui enxergar melhor o lado dela.
Às vezes eu fico com dó.
Ela parece uma pessoa extremamente presa no perfeccionismo. Aquela necessidade constante de ser impecável, inteligente, esforçada e produtiva o tempo inteiro. E eu acho triste porque pessoas assim normalmente sofrem muito internamente, mesmo quando todo mundo olha pra elas e pensa “nossa, ela é incrível”.
Porque geralmente, pra chegar nesse nível, a pessoa precisa ser cruel consigo mesma.
E eu gosto justamente do contraste entre ela e a Coco. A Coco é muito mais espontânea, criativa e emocional. Ela erra, improvisa, faz as coisas de um jeito mais intuitivo. Enquanto a Agott parece viver numa prisão mental de desempenho e perfeição.
Inclusive eu achei muito fofinho o rolê da magia da nuvem da Tetia. E gostei bastante dela ter pedido desculpas pra Coco também por ter surtado achando que ia morrer no episódio anterior e ter feito a Coco se sentir culpada por tudo aquilo.
Masn ainda sobre a Tetia, ela me irritou um pouco. Na versão dublada ela começou a falar em terceira pessoa, e isso me causou uma estranheza enorme. Na verdade depois fui perceber que ela faz isso desde sua primeira aparição, talvez seja coisa do personagem... Eu sei que isso é relativamente comum em algumas obras asiáticas, mas ainda assim meu cérebro ainda acha estranho quando um personagem se refere a si mesmo na terceira pessoa...
Agora sobre a chegada do rapaz de cabelo preto (meu futuro crush supremo -qqqq)…
Eu genuinamente não esperava que ele e o Qifrey fossem entrar naquele clima de conflito. Porque, na minha cabeça, eles já são praticamente um casal.
Então se eles brigarem algum dia, eu sinto que vai ser naquele estilo “estou brigando com você justamente porque você é importante demais pra mim”.
E eu gostei MUITO dele.
Achei ele muito charmoso. Talvez sem barba ele fosse ainda mais bonito, mas eu gostei bastante da presença dele. Ele parece durão, mas com aquele coração mole escondido por baixo.
Ainda não consegui entender completamente a personalidade dele porque ele teve pouco tempo de tela, mas inicialmente ele me passou uma vibe meio introspectiva e observadora.
Agora precisamos falar de um tópico sensível:
Eu tenho inveja do Qifrey. -qqqqqq
Sério. Inveja genuína.
Ele é um twink perfeito, magrelo, estiloso, lindo, com cabelo impecável, roupas maravilhosas, usa gola alta e ainda aparentemente tem um namorado charmoso.
Toda vez que ele aparece vestido daquele jeito eu fico olhando pra tela pensando: “desgraçado, por que você tem que ser tão perfeito?”
E o pior é que ele nem parece estar tentando. Ele só existe daquele jeito naturalmente.
Mas agora ele começou a mostrar algumas falhas também, principalmente naquela conversa sobre esconder certas coisas. Então dá pra perceber que ele não é completamente perfeito — embora, sinceramente, mesmo se ele ganhar um arco meio sombrio eu provavelmente ainda vou continuar obcecada por ele.
Também gostei muito das cenas mais leves dessa semana. A parte da Coco relembrando o caminho brilhante foi muito fofinha, e eu adorei a cena em que a Coco chama o Olruggio de professor e ele joga ela junto com o bichinho pela porta.
Aliás: eu PRECISO de uma pelúcia daquela lagarta-pincel.
EU PRECISO TER UMA!
Uma vez fui na casa de um amigo e ele tinha um Appa de pelúcia, e desde então eu percebi que eu quero muito construir uma vida aconchegante, cheia de pequenos objetos afetivos. Quero ter conexões sinceras com pessoas que conheçam meus gostos o suficiente pra me presentear com coisas assim e também quero fazer isso pelas pessoas.
Então sim: no futuro eu vou ter um Appa de pelúcia, uma lagarta-raposa de pelúcia e uma casa cheia de coisinhas mágicas e confortáveis.
Prints que eu tirei:
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